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sábado, 31 de março de 2012

Electric Willow - Love Of The Lonely Kind


Electric Willow é formado por Cláudio Mateus (voz e guitarra), Adílio Sousa (baixo), Pedro Geraldo (bateria). Cláudio Mateus, vocalista dos extintos Caffeine, encontra neste trio a fórmula para avançar num novo estádio de maturidade na escrita de canções.
A história recente da banda conta já com a edição do bem recebido Mood Swing - o seu primeiro álbum de originais lançado em Dezembro 2006 pela editora Transporte. Foram também uma das bandas que integrou a compilação “Acorda” da Antena 3 e participaram juntamente com The Partisan Seed, Mazgani, Millieu, Nuno Fernandes e Walter Benjamin no disco “TOG”. 

Em 2009 os Electric Willow gravaram o seu segundo LP “Nothing’s Ever Good Enough”, sucessor de “Mood Swing”. O disco foi gravado e co-produzido com José Arantes entre a Figueira da Foz e Barcelos e contou com a participação de vários amigos da banda. Uma edição honeysound, com distribuição da Compact Records. 

in lastfm.pt

terça-feira, 29 de março de 2011

Electric Willow - Good Old Dog


"Majestic Lies" é o título do terceiro álbum da banda e integra onze novas canções gravadas e co-produzidas por José Arantes entre Abril e Julho de 2009. Uma edição Honeysound com distribuição da Compact Records. De relembrar que “Blunders”, o single de apresentação, está disponível no site da Honeysound, para download integral e gratuito.

Majestic Lies não esconde a vontade da banda em querer mostrar ao público a sua excelência para as canções bem cantadas e cheias de um know how musical fora de série. Os momentos sonoros encantam-se de uma profundidade serena. Além de provocar vibrações sentimentais, acrescenta um novo tónico à vida: a sensação de leveza embalada no encanto das melodias simples. São temas imperativos e deliciosos, mesmo para aqueles ouvidos situados fora do contexto histórico da música destas últimas décadas, e não deixam de provocar a memória dos velhos tempos. As músicas são de uma paixão natural e de cristal, sem poeira, sem ciúme, sem conveniências, discretas nos arranjos, fatais na intenção, concretas na palavra, sonhadoras na vibração. A singular e misteriosa voz de Cláudio Mateus, sempre tão autêntica na sua leveza e incessante até no silêncio, vai alternando com insinuações de guitarra melífluas e ritmos de baixo e bateria aveludados. Majestic Lies não é mais do que um álbum de música da banda, contudo, pretende ser um elemento perene na nossa consciência cultural.
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