Videos mais vistos
-
Sam the Kid, nome artístico de Samuel Martins Torres Santiago Mira, (Marvila (Lisboa), 17 de Julho de 1979) é um músico português. Se 2001 ...
-
2009 - Apresentação do álbum "Nosy", no cinema S. Jorge, em Lisboa (800 pessoas). - Primeira parte de Katy perry no Campo Pequeno...
-
Toni Fortuna (voz e guitarra, ex-Tédio Boys), Tó Rui (guitarra, ex-Garbage Catz) e Miguel (bateria, ex-Garbage Catz) depois de editarem Six...
-
Os Klepht estão de volta com novo álbum. Após terem desenhado uma proposta e esta ter sido recusada pela sua editora, decidiram lançar-se n...
-
Foi o fim dos Zed! Apesar de Pedro Lousada ter relançado o projecto em Julho de 2007 com outros elementos (Nuno Andrade - guitarra; Carlos ...
-
Os inflow são uma banda Rock sediada na cidade de Coimbra formada nos inícios de 2005. A edição do primeiro CD dos Inflow ocorreu em 2006,...
-
Ana Lúcia Moniz, nasceu no dia 9 de Setembro de 1976 em Lisboa. Entre 1981/1990 frequentou a Academia de Música de Santa Cecília, e e...
Mostrar mensagens com a etiqueta maria clementina. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta maria clementina. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
Maria Clementina - Veio a Maria Clementina
Raquel Menina - Voz
Juca Pavico - Guitarra, Voz e Piano
Enrique Mita - Banjo, Baixo e Voz
Manuel de Malta - Bateria, arranjo, Theremin e outros.
Assim de repente, a primeira coisa que importa dizer sobre os Maria Clementina é que eles não existem verdadeiramente (é o que dá serem alter-egos de artistas famosos; se fossem heterónimos, talvez tivessem mais sorte, mas assim...)
Seja como for, reza a história que a banda nasceu, verdadeiramente, na cabeça de Manuel de Malta no exacto momento em que os seus lábios pousaram nos de Raquel Menina pela primeira vez – ocasião em que, em vez dos habituais fogos de artifício, Manuel de Malta diz ter começado a ouvir um conjunto de acordes maiores em progressão cromática tocados por um orgão Casiotone de 1982. “Se um dia tivermos uma filha, chamamos-lhe Maria Clementina” terá dito, embriagado pelos cabelos cor de clementina de Raquel e pelo amor que logo ali sentiu, ainda que sem perceber porque carga de água (ou sumo de clementina) o Casiotone tinha vindo substituir os foguetes do costume. “Uma filha? Primeiro faz-me uma banda, depois logo se vê”, respondeu Raquel Menina a cantar e com o espírito prático que, apesar das aparências, a caracterizava.
E assim fez.
Hoje os Maria Clementina são uma banda única que, apesar de geograficamente separada, está unida de uma forma cósmica, sendo precisamente assim, à distância, que ensaiam e compõem (ainda que a internet dê uma ajuda grande à cosmicidade), só se juntando verdadeiramente em estúdio para gravar.
Com um estilo que não hesitam de classificar como ruralo-pop-inconformado, o primeiro single dos Maria Clementina, “Veio a Maria Clementina” foi um prenúncio de algo muito maior (um EP, com 4 músicas, e portanto literalmente maior) e de uma carreira que, ainda que incipiente, muito promete a quem já ouviu (e mesmo a um ou dois que ainda não ouviram, mas que não hesitam dizer que promete na mesma).
Subscrever:
Mensagens (Atom)