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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Dead Combo - Cuba 1970
Os Dead Combo nasceram em 2002 por ocasião de um tributo a Carlos Paredes - o génio da guitarra portuguesa.
Em 2004 lançaram o seu primeiro álbum “Vol.1″, aclamado pela crítica e público como um dos melhores discos do ano.
O som produzido pelo grupo pode ser descrito como se, a qualquer momento, Clint Eastwood entrasse numa casa de Fado, e no topo das escadas Severa lhe apontasse a porta do quarto.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Raul Marques & Os Amigos da Salsa - Porque Quero Estar Contigo
Raul Marques E Os Amigos Da Salsa são um projecto pioneiro no nosso país. A banda constituída, por nada menos que 10 elementos, é formada em 1992 por Raul Marques. O objectivo inicial era claro: divulgar a salsa junto de um público mais vasto, revisitando alguns dos melhores autores-latino-americanos desde os anos 40 até aos dias de hoje.
Quanto ao seu fundador, Raul Marques, é um experimentado músico que frequentou o Conservatório Regional de Viseu, a Escola Superior de Educação e a Escola de Jazz do Porto (onde chegou mesmo a leccionar aulas de guitarra, trompete e combo). Em 1994 Raul Marques, grava, ao lado do consagrado saxofonista Maceo Parker e dos Bandemónio, o álbum "Viagens", o primeiro trabalho discográfico de Pedro Abrunhosa .
Em 1996, Marques abandona a banda de Abrunhosa para se dedicar à gravação do álbum de estreia do seu projecto com Os Amigos da Salsa.
No ano seguinte é então editado "Ligações Perigosas", fruto de um aprofundado estudo da cultura musical afro-cubana. Com produção do cubano Óscar Gomez (que já produziu grandes nomes da salsa como Tito Puente ou Célia Cruz ) o álbum conta com temas fortes como "Porque Quero Estar Contigo" ou "Ligações Perigosas", que chegam mesmo a integrar bandas sonoras de telenovelas e séries televisivas, bem como várias compilações discográficas.
São precisos mais quatro anos para que a banda volte a editar um disco de originais. Em Maio de 2001 é lançado "Hotel Corazón".
Gonçalo Passinhas
in cidadefm.clix.pt
domingo, 26 de dezembro de 2010
General D e os Karapinhas - Black Magik Woman
Foi um dos organizadores do primeiro festival rap em Portugal, realizado na Incrível Almadense, em Almada. A primeira banda de General D incluía Maimuna Jalles e Lince.
Em 1992 colaborou com os Pop dell'Arte no tema "Mc Holly". No ano seguinte gravou o tema "Norte Sul" com Tiago Lopes.
Em 1994 lançou o EP "PortuKKKal É Um Erro". Em 1995 é lançado o álbum "Pé Na Tchôn, Karapinha Na Céu", gravado com Os Karapinhas. O primeiro singe foi "Black Magic Woman" com a participação de Sam.
Em 1997 é editado o CD "Kanimambo". O teledisco de "Estado de Sítio" é incluído na compilação "Ritual Video Clips'97". Colabora em discos de Cool Hipnoise, Fernando Cunha e Ithaka. Colabora também na compilação "Onda Sonora".
General D prepara o seu terceiro álbum tendo chegado a gravar com a dupla jamaicana "Sly & Robbie" mas o disco nunca chega a ser lançado.
Em 2000 aparece integrado numa acção de solidariedade para com o povo moçambicano e onde realizou o respectivo teledisco.
in pt.wikipedia.org
sábado, 25 de dezembro de 2010
Pedro Eça e os Franco Atiradores - Trabalha Português
Pedro Eça nasceu em Angola em 1973. Ainda em tenra idade mudou-se para o Chile e depois para o Brasil, desde a infância, Pedro já nutria a paixão. Enquanto esteve no Brasil, Pedro descobriu o talento para tocar guitarra, e desde cedo começou a fazer sua própria música. Pouco antes do seu 18o aniversário, mudou-se para Portugal, onde continuou a compor. Em 2001 muda-se para a França para estudar a língua francesa e com a sua paixão pela música que não tardou a entrar no cenário musical do local. Tocando "covers" em bares e pubs irlandeses começa a adquirir experiência de palco. Pedro rapidamente ganhou uma reputação sólida como artista a solo o que em troca lhe deu a oportunidade de participar em Dijon no "Fugues- Festival Internacional de Música, Teatro e Dança", onde realizou o seu primeiro concerto a solo tocando temas originais.
Após o seu regresso a Portugal em 2003, Pedro decide formar a sua banda. Juntamente com, Hugo Florêncio e Israel Cestinho fundam então os Franco Atiradores, e o projecto continua a avançar. Com o tempo o conjunto cresceu e muitos músicos talentosos juntaram-se a eles. Pedro Eça e Franco Atiradores começam então a tocar ao vivo em eventos na área de Lisboa onde são bem recebidos pelo público e pela imprensa também. Produzido por Marco Jung no Marduc Studios, em Julho de 2009, o primeiro álbum de Pedro Eça e Franco Atiradores "Que uma guerra Seja a Tua paz!" Foi lançado pela editora MEQ-idéias.
Quando questionado sobre suas músicas, Pedro Eça responde que o seu objectivo é passar mensagens importantes da actualidade, verdades da nossa sociedade, olhando o mundo de uma maneira crítica aborda temas e realidades desagradáveis, muitas vezes ignoradas por todos nós por termos medo do que podemos encontrar quando nos olhamos ao espelho, mas também, passar mensagens de esperança e paz. Embora o primeiro álbum tenha sido gravado em Português, Pedro também compõe em outras línguas. Cantando em Português, Francês, Inglês e Espanhol, com uma abordagem eclética Pedro Eça viaja através de funk, bossa-nova, ska, reggae, rock e pop.
Até á data, os Franco Atiradores puderam contar com as colaborações de: Ruben Santos "El Pavoni" (baixo eléctrico), Eddy Gondim (bateria), Pedro Santos (bateria), Tom (percussões), Zequinha (sax alto e tenor), Filipe Valentim (sax alto e barítono), Miguel Gonçalves (trompete), António Morais (trompete), Ruben Santos (trombone), Rui Gonçalves (trombone), Luis Pinto (tuba), Cláudio Nunes (violoncelo), Tiago Flores (violino), Diana Freire e Abílio Caseiro (guitarra Portuguesa)Ricardo Moreno/Hugo Florêncio - guitarra eléctrica Israel Cestinho - teclados/acordeão/clarinete Carl Nevvit - baixo eléctrico Moacir - bateria Paulo Muiños - sax alto Ruben Supelos - trompete António Bravo - trombone de vara.
A "Que a tua guerra seja a paz! Tour 2010" já está em movimento e a realizar concertos de norte a sul e conta com os seguintes talentos: Moacir (bateria), Carl Nevitt (baixo), Bernardo Adario (baixo eléctrico), Israel Cestinho (teclados), Hugo Florêncio (guitarra), Ricardo Moreno (guitarra), Paulo Muiños (sax), António Bravo (trombone) e Ruben Supelos (trompete).
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Boss AC - Carta ao Pai Natal
Herdando a paixão pela música de sua mãe, Ana Firmino, um dos grandes talentos do canto cabo-verdiano, Boss AC cedo revelou o seu invulgar talento. O primeiro registo discográfico remonta ao ano de 1994, com a sua participação em “Rapública”, compilação que reunia a nata dos então rappers nacionais e que revelou nomes como Black Company, Zona Dread ou Líderes da Nova Mensagem. De todos estes é, ainda hoje, dos poucos que continuam a assinar sucessos no rap nacional.
O álbum de estreia, “Mandachuva”, de 1998, gravado nos Estados Unidos, com a ajuda de Troy Hightower, um dos mais requisitados misturadores de Hip Hop dos EUA, revelou uma maturidade rara e prenunciou o redefinir de novos caminhos na música de AC.
Nos anos que se seguiram viveu experiências diversas – produziu, promoveu espectáculos e edições discográficas, compôs música para televisão (“Masterplan” e “Último Beijo”) e cinema (“Zona J” e “Lena”) e teve ainda tempo para participar em trabalhos de alguns dos maiores vultos da música nacional – como Xutos & Pontapés ou Santos e Pecadores, entre outros.
O seu segundo álbum de originais, de 2002, “Rimar Contra a Maré” – inteiramente gravado, produzido e misturado pelo próprio autor – foi um disco porventura mais autobiográfico e introspectivo, revelando uma faceta mais adulta do artista que se aventurou definitivamente na fusão com músicas luso-africanas de raiz mais tradicional. O sucesso firmava-se lenta e inexoravelmente.
O sucesso de “Rimar Contra a Maré” ultrapassou as fronteiras, reflectindo-se, por exemplo, na nomeação do vídeoclip de “Dinero”, para os African Video Awards, na categoria “Melhores Efeitos Especiais, no consagrado canal sul-africano “Channel0”, uma espécie de MTV africana.
Incansável na busca de novos desafios à sua capacidade criativa, Boss AC continua a embarcar em mais algumas surpreendentes aventuras, nomeadamente reforçando o seu papel de produtor.
E de aventura em aventura, chega 2005, “Ritmo, Amor e Palavras” e a consolidação de um sucesso anunciado.
Se 2005 foi o ano em que Portugal se abriu para o Hip Hop, confirmando-o enquanto nova orientação cultural das gerações emergentes, foi também o ano de Boss AC.
A materialização do sucesso começou com a edição de“Ritmo, Amor e Palavras”, o terceiro registo de originais, um disco que se assume como uma poderosa declaração de amor, feita de ritmos e palavras e que reúne uma impressionante galeria de colaboradores dos mais diversos quadrantes, onde se destacam figuras como Pos (Plugwon) dos americanos De La Soul, Da Weasel, Sam The Kid e Pedro Aires Magalhães, entre muitos outros.
A edição viria a saldar-se num estrondoso sucesso comercial. Em Agosto “R.A.P.” já era Disco de Ouro e em Outubro atingiu a notável marca de Disco de Platina, tendo vendido mais de 30.000 unidades até perto do final do ano. Dentro do género do Hip-Hop é, neste momento, um dos três discos mais vendidos de sempre em Portugal! O single de estreia, “Hip-Hop (Sou eu e és tu)”, ascendeu rapidamente aos primeiros lugares nos Tops, liderando as preferências em media como MTV Portugal, Cidade FM, e Antena 3, entre outros. Integrou, ainda, a banda sonora dos programas de TV com maior audiência nacional e entrou em múltiplas colectâneas editadas durante 2005.
Merecedor de uma crescente aceitação e exposição mediática, Boss AC passou à estrada, passando por alguns dos principais palcos e festivais nacionais, culminando no dia 1 de Outubro com a abertura perante um Pavilhão Atlântico esgotado para um dos maiores nomes do Hip-Hop internacional: 50 Cent. Este partia desmesuradamente em vantagem, mas a crítica foi unânime: Boss AC foi a estrela da noite!
Como corolário lógico de um ano de afirmação a todos os níveis, em Setembro de 2005 surgiu a nomeação para os prémios da MTV European Music Awards, na categoria de Best Portuguese Act.
Mais do que um prémio simbólico, esta nomeação foi o natural reconhecimento por parte da comunidade musical portuguesa, por uma carreira ponderada, marcada pelo equilíbrio e, sobretudo, por um grande talento.
Prevendo um ano com muito trabalho, a Praça das Flores lançou mãos à obra e procurou estabelecer parcerias com algumas das maiores marcas de renome internacional, que procurassem associar-se ao nome Boss AC numa Tournée, que nos inícios de 2006 era já um dado adquirido.
Neste sentido, o espectáculo apresentado durante o ano de 2005 foi revisto e melhorado em todos os sentidos. A banda de suporte foi reformulada, permitindo alcançar um outro patamar em termos musicais e as questões cénicas também foram pensadas de raiz, numa solução prevista quer para os grandes palcos, quer para espectáculos de dimensão mais modesta. O objectivo pretendido foi conseguir levar a nova entourage a todo o país.
Com as questões musicais e cénicas definidas e ultrapassadas, a Praça das Flores planeou, produziu e promoveu, com meios próprios, os espectáculos de Boss AC nos Coliseus do Porto e de Lisboa. Nunca um artista nacional da área do Hip-Hop se tinha aventurado a solo nos palcos dos Coliseus. Mais do que se tornarem um marco na carreira do artista, foi pretendido que estes espectáculos fossem únicos e irrepetíveis também para o público que teve o privilégio de os ver. A banda de suporte foi alargada com um trio de metais e dois percussionistas e os convidados musicais de áreas bem distintas (Gutto, Rui Veloso, Vitorino, Berg, Pac Man, Virgul, Sam The Kid e Ana Firmino), ajudaram a criar uma grandiosa festa. O desafio foi ultrapassado com distinção, com ambas as salas esgotadas de um público vibrante e envolvente.
Em Maio de 2006 realiza-se a gala de entrega dos prémios Globos D’Ouro da revista Caras, um dos principais galardões nacionais (cuja votação é feita pelo público) e que distinguem as personalidades do ano, ligadas às diferentes áreas (música, cinema, teatro, desporto, etc).
Boss AC esteve nomeado para dois prémios: melhor artista e melhor canção, com o tema “Princesa (Beija-me outra vez…)”, e se o primeiro acabou nas mãos de Mariza, no segundo foi o grande vencedor.
A MTV Portugal, pelo segundo ano consecutivo, nomeou Boss AC para Best Portuguese Act nos MTV European Music Awards, num prémio que acabaria por ser ganho pelos Moonspell.
Em 2007, a convite da Universal Music Portugal, participou no disco de um dos maiores Rappers Norte-Americanos: Akon. Na edição portuguesa do disco “Konvicted”, o tema “I Wanna Love You”, que na versão original contava com a participação de Snoop Dogg, contou com a participação de Boss AC, que para o efeito escreveu e interpretou um nova letra. Tal como nos Estados Unidos, “I Wanna Love You” foi um dos primeiros singles extraídos do disco e teve enorme aceitação por parte do público e muito air play.
Também nesse ano, a Sociedade Portuguesa de Autores distinguiu Boss AC com o galardão de “Autor Jovem do Ano”, numa cerimónia que decorreu no Teatro S. Luis, em Lisboa, e que serviu, também, para galardoar a carreira de Lídia Jorge.
No final de 2007 AC entrou em estúdio e começou a compor em linhas gerais, aquele que seria o seu quarto disco de originais. No início de 2008, numa campanha de promoção da Vodafone, já era possível ouvir o novo tema “Levanta-te” que viria a fazer parte desse mesmo disco. Em Outubro de 2008, deslocou-se, como das últimas vezes, aos Estados Unidos onde, na companhia de Troy Hightower, misturou e masterizou o disco “Preto no Branco” com edição aprazada para o primeiro trimestre de 2009.
No final de 2008 foi possível ouvir nas rádios o tema “Alguém me ouviu (Mantém-te firme)”. Incluído no disco “Preto no Branco” esta música, que contou com a participação de Mariza, foi o single do disco “UPA – Unidos Para Ajudar”. Um disco de duetos originais de artistas portugueses e que serviu para uma campanha de acção social.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
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