Quatro amigos, de mais ou menos longa data, dois de Matosinhos e dois de Celorico de Basto, juntos, junto ao mar, pelo prazer, muito, de ouvir, fazer e tocar... Música.
Os discos comuns pousados nas prateleiras (Beatles, Rolling Stones, Bob Dylan, Jimi Hendrix, Oasis,...) ainda hoje as deixam, teimosamente, para serem tocados.
Como esperamos que as nossas músicas saiam, um dia, de algum qualquer lugar vosso, se entretanto se tiverem cruzado com tal “Rapariga”
"Aquela Cidade" marca a estreia discográfica dos MEU E TEU.
A banda de Alcobaça chamou a atenção em 2010 depois de ganhar o concurso U Rock, por decisão de um júri composto por várias e ilustres figuras da industria musical portuguesa. Foram, ainda, finalistas do Festival de Música de Alcácer do Sal, do Rock Rendez Worten (categoria "Rock") e mais recentemente do Festival de Música de Corroios.
Gravado nos Marduc Studios e produzido por Diogo Freire e Marco Jung (Dapunksportif; Os Dias de Raiva), "Aquela Cidade" alinha sete músicas originais e o videoclip do tema "Erros Estratégicos" - primeiro single de apresentação - que integrará também a próxima compilação "Novos Talentos Fnac 2011".
Esta é uma edição muito aguardada por todos os que têm acompanhado a banda. Nasceu da vontade de contar histórias em português e destaca-se pelo facto de todos os seus concertos serem uma entrega total.
Os Meu e Teu são: Diogo Freire (Voz, Guitarra e Teclas), Luís Ramos (Guitarra), Paulo Bispo (Guitarra), Bruno Cunha (Baixo) e André Santos (Bateria).
Este é o esperado…não; é o esperadíssimo álbum de estreia de Os 3 Marias, esse quase original trio composto pelos artistas Epilady Di (voz), Melo e Castro (viola baixo e outras e coros) e Marco Gina (guitarra e coros). Sobre o resto, que é o que verdadeiramente interessa, não há grandes surpresas, pois a maqueta de 2008 já nos havia deixado praticamente de rastos; qualquer coisa perto disso. “Electronicamente” e “Sentimental”, temas desse registo recuperados para este álbum, foram os responsáveis pelo abanão quase nuclear, quase sentido em 2008. Foi mesmo por um triz.
“Sentimento Sofrimento” é a ressaca que se lhe seguiu, sendo tudo e não sendo nada quase ao mesmo tempo; e olhem que não é fácil. A música de Os 3 Marias é como um cargueiro em alto-mar em noite de trovoada. Tudo gira e gira num rebuliço daqueles. Não sendo fácil caracterizá-los, a si e ao seu rock, a banda defende-se, afirmando-se possuidores de um estilo muito próprio, o electro-analógico pornosentimental. Bem, a verdade é que o som destes Os 3 Marias é mais do que isso; é pura arte, é um encontro arrebatador entre o som e a palavra, entre a música e a poesia – mais ou menos.
“Sentimento Sofrimento” é amor em movimento; com mais ou menos amor. É música para os nossos ouvidos. De “O Arrumador” a “Pamela Al Jazira”, a única certeza que temos é de que se qualquer coisa nesta vida ainda faz algum sentido, Os 3 Marias fazem muito mais. Com a vantagem de o fazerem com piada. Se a pop-rock ainda tem algum futuro, talvez este esteja n’Os 3 Marias; quem sabe?
Algures no meio de um emaranhado de pessoas, lugares, escolhas, decisões e consequências que fazem do Mundo a imprevisível e agridoce casa que temos para viver, conhecem-se, como peças do acaso, o João e o Miguel.
Com pouco mais em comum que a Amizade e a paixão pela Música, esses dois rapazes descobrem algo que não esperavam no simples prazer dumas guitarradas saciadas a cerveja e iluminadas pelas noites de Verão. Esse "algo", na altura irracional, transformou-se numa procura, e eis que, do aparente nada, surge uma terceira peça, o Diogo, que veio consolidar ritmicamente os devaneios melódicos dos outros dois.
Finalmente, a procura deu lugar à vontade de transformar a amizade em família. A essa jovem família na casa dos 24 anos, deram o nome de prana. E daí começaram a nascer as canções. E das canções saltaram para os concertos, dos concertos para os concursos e dos concursos para mais canções. Mas, tal como uma peça inacabada, faltava-lhes ainda a delicadeza dos detalhes e a providência não se fez esperar. Saltando do público que os acompanhava para cima do palco, veio a Ana e com ela o piano, que fluiu e preencheu todos os espaços vazios e irregulares de que padeciam as canções de prana.
Faziam agora parte da família quatro pessoas e em 2008 aparece o primeiro "filho". O "1" - o primeiro EP de prana - foi gravado nos estúdios da Numérica em Paços de Brandão, produzido por João Nuno contendo 5 temas originais. A partir daí - e como que uma faísca num rastilho de pólvora - os prana retomaram a estrada e os concertos, mas desta feita, um pouco por todo o País. Estiveram na Latada em Coimbra, nas Fnac, no Termómetro da Antena 3, em diversas Queimas e eventos, sem nunca esquecer a composição de temas novos, temas esses cuja sonoridade boémia e circense resultou da experiência que iam adquirindo em palco, das vivências e da descontraída leveza com que sorviam a vida.
Dois anos depois e encaixando no presente, os prana aguardam ansiosamente a gestação do segundo trabalho e primeiro álbum. “Trapo Trapézio” foi o nome escolhido e foi gravado e misturado no Verão de 2010 nos estúdios da Valentim de Carvalho pelo Produtor Nelson Carvalho (produtor de Deolinda, David Fonseca, Rita Redshoes, entre outros...). A produção foi feita pelo mesmo e pela banda.Neste novo trabalho, os pranamostram simultaneamente o seu lado mais dançante e o mais negro, numa coreografia sonora cujo tema é e reflecte a Vida.
Os 11 temas que constituem o álbum surgem como capítulos que marcaram a vida de uma personagem, desde a irreverência da juventude, passando pela lâmina agridoce do amor, acabando numa espiral descendente em direcção ao fundo do próprio ser, até ao inevitável fim.
O primeiro single chama-se Etanol. E é com este gatilho que os prana se fazem à estrada.
E embora não saibam o que este novo emaranhado de caminhos lhes tenha reservado, sabem que desde que tenham a Música e a Música a eles, estarão bem.
A banda Lousy Guru foi gradualmente tomando forma ao longo dos últimos anos por elementos de outros projectos musicais do cenário alfacinha do início de 2008. O fundador do grupo, Miguel Décio, após ter tocado durante um ano e meio com a banda Alien Freak Show, juntou os dois amigos João Braz(Groove Intercourse) e Tiago Albuquerque(The Soaked Lamb), e começaram a ensaiar sob o nome de “Pocketman and the Magical Coconut Band”. Mais tarde, juntaram-se André Barata (ex-Alien Freak Show) na guitarra, André Galvão (Voodoo Marmalade) no baixo e Marta Carvalho, flauta e Glockenspiel. Nasceram assim os Lousy Guru. O lançamento do primeiro álbum “AS BIG AS DIVIDED” está agendado para início de Fevereiro de 2011. Do ecletismo não premeditado dos seus seis elementos, surge uma unidade da qual se destacam harmonias vocais e ambiências várias. Difíceis de enquadrar num estilo, surgem expressões como barroco-minimalista, rococó-pop e outras barbaridades.
Data de partida é 2008, Guimarães como ground zero.
BULOTA composta por Duarte, Zé Pedro e Maurício, surge com a ideia determinada de abalar o meio musical lançando o seu EP de estreia, composto por duas músicas: "Zero" e "Desce" e com um vídeo a suportar o seu lançamento.
BULOTA com um som tipicamente Rock/Negro/Energético, associam à sua sonoridade imagens fortes e audazes de forma a sustentar letras agressivas e directas sem preocupação de ferir susceptibilidades. Passados dois anos, os BULOTA ferram os dentes e mostram a sua tenacidade, aliando-se ao produtor Mário Pereira. Aí encontram a peça do puzzle que lhes faltava e partem então para um novo EP. Nasce o EP "Ardor", masterizado nos EUA por Alan Douches da West West Side Music é composto por 6 temas e uma faixa extra e retiram daí um novo single com um novo vídeo, "Ardor", musica que dá igualmente nome ao EP. "Ardor" surge assim como a vontade da BULOTA seguir caminhos diferentes daquilo que se vai fazendo em Portugal, tentando construir o seu próprio caminho identificativo da sua demência.