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domingo, 15 de janeiro de 2012

Os Capitães Da Areia - Dezassete Anos


Se a música pop falasse, gritaria "Os Capitães da Areia". Rapazes e raparigas de qualquer cidade portuguesa, preparem-se para... a era d'Os Capitães da Areia.

Praia, calças às cores, desamores juvenis e as riscas verticais da Costa Nova compõem o imaginário dos quatro rapazes de Lisboa. O primeiro longa-duração está aí prestes a explodir, foi desenhado para dançar, amar, sonhar e tem no seu alinhamento algumas das mais balneares melodias de sempre; Beach Boys tremei!

Sintetizadores, guitarras africanas, tambores de verdade e tambores eléctricos, vozes sem complexos: Capitães da Areia é pope, pope, pope.
Tudo isto é juvenil, tudo isto é mitologia pope a formar-se em direcção ao horizonte. Portugal espera por eles, mas o Brasil e a África que fala português também.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Tiago Na Toca e os Poetas - A Pedra


Tiago na Toca é um projecto à parte – não é um disco, ou um livro, ou um personagem. É apenas o nome que dei ao conjunto de experiências que faço por intuição ou acaso, distintas dos meus discos de carreira. São gravações independentes, propostas que aceito, desafios a que me proponho criativamente como exercícios, produções low-fi sem o dedo polidor da produção dos dias que correm. O conceito será o abrir de uma janela mais pessoal e directa para dentro de “minha casa”. Através de pequenas edições ou apenas gravações largadas na internet, vou mostrando os outtakes do tempo que corre entre CDs. No fundo gostava que este projecto se caracterizasse por não ter qualquer definição. Será o que for, nas alturas em que acontecer, como tiver que acontecer. Este Tiago na Toca e Os Poetas é um conjunto de poemas que musiquei, em conjunto com algumas versões que gravei no Verão de 2008, entre os Álbuns “O Jardim” e “Em Fuga”. A ideia foi despoletada por um poema que ouvi, cantado pelo Camané, chamado “O Lenço”, que musiquei de novo e me trouxe a ideia de fazer todo um Álbum de palavras que não eram minhas. Assim, comecei a minha pesquisa pelos Poetas que me fizeram começar as escrever: Poetas antigos, também Poetas do Fado que tanto me moldou. O desafio de desvendar emoções, de lhes dar sons, harmonias, novas roupagens... E para isto usar o espaço, a captação descomprometida, o improviso, o instinto. As gravações foram feitas na sua maioria em minha casa, com um, ou no máximo, dois microfones. Convidei pessoas que admiro e músicos com quem gosto de tocar. Sem ensaios, foi surgindo um dos projectos mais profundos que gravei, pela cumplicidade, pela naturalidade das participações, pela simpatia de quem me visitou. Este álbum não é para ser gritado e vendido à porta das pessoas. É um álbum discreto, sereno, como um segredo.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Barry White Gone Wrong - Glamour Road


Barry White Gone Wrong é o novo projecto musical de Peter De Cuyperdepois dos PeepHole e Le Divan. E Peter de Cuyper é um dos nossos!

Foi numa viagem a Oslo em que viajava com os vencedores do 2º Festival Alternativo da Canção que este Belga radicado em Sesimbra há 16 anos, conheceu os seus futuros cúmplices. Aí surgiram as primeiras notas e ideias para trabalhar num novo projecto. Juntaram-se pela primeira vez em Novembro de 2010.

Dos Barry White Gone Wrong fazem parte e colaboram elementos de várias estirpes musicais e outras bandas como é caso dos Bandex, 3 Marias, Lousy Guru ou Cinemuerte. Este é um projecto em ebulição contínua, aberto a interacções e afinidades, pelo que em concerto podem sempre surgir participações esporádicas e convidados especiais.

Com influências de Supermax, Morphine, Pino Paladino, Nick Cave, Sam Cooke, Lee Marvin, entre outras sonoridades, surgem agora os primeiros registos dos BWGW gravados nos estúdios G.E.L.P.I com o carimbo da recentemente criada Love Records Unlimited.

in http://esperobemquenao.blogspot.com

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Xícara - Se Me Deixares Eu Digo


“Xícara” nasce do gosto pela poesia e pela música tradicional portuguesa. Pretende prestar, musicalmente, homenagem a poetas de todo o país, relembrando tradições e enaltecendo a língua camoniana.

Fruto duma rebuscagem da etnografia musical portuguesa, este projecto encerra numa união entre melodias tradicionais e poesia. Revive a nossa riqueza literária fazendo-a acontecer fora do seu íntimo ao mesmo tempo que destaca a sua capacidade de inspirar outras formas de expressão artística. Produto deste casamento, uma pluralidade de formas e tons que se estendem numa perspectiva etnográfica, literária, musical e pedagógica pois tende ainda a chegar a um público mais jovem desvendando uma diferente feição da poesia declarando a dinâmica educativa e o carácter multifacetado da música.

Os poetas reunidos neste projecto foram deliberadamente seleccionados de todos os cantos do país tendo sido escolhidos entre outros António Botto, João Penha de Oliveira Fortuna, João de Deus, Fernando Pessoa João Cabral Nascimento.

Este projecto é finalizado por Carla Carvalho na voz, David Viegas no baixo, Hélder Costa na braguesa, no bandolim e no cavaquinho, Nuno Cachada na guitarra clássica, Pedro Gonçalves na percussão e Rui Ferreira (Caps) no piano e acordeão.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Uxu Kalhus - Extravagante


Grupo de música trad-folk-rock Uxu Kalhus. Malhão, Viras, Corridinhos, círculos, mazurcas, chotiças, e muito mais, com a pureza acústica e a potência elétrica. Harmonias arrojadas e arranjos endiabrados são a imagem de marca do grupo. Influências Afro-Jazz-Rock-Ska juntam-se ao tradicional para um resultado explosivo.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Macacos do Chinês - Selva


1,2,3! Macaquinho do chinês!!
Quem é que nunca jogou este e outros jogos enquanto criança. Desde cedo vamos desenvolvendo as nossas capacidades motoras e intelectuais por meio de brincadeiras. Num jogo, o ser humano é levado a exercitar a mente e o corpo, por vezes a níveis mais elevados do que nos apercebemos. Pois é precisamente por brincadeira que surge o projecto Macacos do Chinês.

Cozinhado no meio de um caldo Knorr, sabor a cachupa com cozido à portuguesa e caril, os MDC procuram a mistura que os constitui. Ainda a apurar o refugado, ambicionam altos feitos e estão determinados a fazer com que agora seja sempre a subir pela cadeia alimentar acima, até que o macaco esteja a par com os outros crescidos.

Macacos do Chinês são Alexandre Talhinhas a.k.a. Alx - Guitarra e voz-, André Pinheiro a.k.a. Apache – Programações, baixo, teclas e sopro, Miguel Pité a.k.a. Skillaz – Vocalista/Mc e letras, Tiago Morna composições e guitarra Portuguesa. 
São um colectivo dinâmico, que retrata e faz parte da cultura urbana num Portugal moderno, atento às novas tendências e em contacto com o resto do Mundo. Com influências que vão do funk à soul, passando pelo dubstep, grime ou até hip-hop, são a sua flexibilidade e liberdade criativas que melhor os caracterizam.

Apresentaram-se ao público em Janeiro de 2007 com um trabalho editado, um single de estreia intitulado “Plutão” composto por três temas e com o selo da Enchufada Record Label.

Influenciados por uma sonoridade urbana e pelo legado da cultura portuguesa, foram a pouco e pouco construindo alicerces que culminaram num punhado de temas que foram afinando até chegarem a um produto consistente, interessante e que demonstra uma sonoridade actual e sem fronteiras. Os Macacos do Chinês (MDC), deixaram boas impressões aquando da sua apresentação que resultou nas suas primeiras actuações ao vivo, em território nacional e internacional. Palcos como o “Rock in Rio Lisboa”, “Santiago Alquimista” ou o “Music Box”, passando por Inglaterra “Atlantic Waves” Londres e “Eurocultured” Manchester , Alemanha “Bayreuth” em Munique. Nos media e na indústria a alta rotação na playlist da MTV Portugal e o convite de participação com um tema na compilação “Novos Talentos Fnac”.

Em Março de 2009, lançaram o álbum “Ruídos Reais”, com selo Enchufada e apoio da Antena3. Trabalho com uma sonoridade multifacetada, toca todos os espectros do género “Urban Music”, tornando-se uma viagem entre Lisboa e o resto dos países que Portugal tocou directa ou indirectamente.

Em Maio de 2011 chegou ao éter “Dai-me Forças”, um tema que revela a essência de M.D.C. (Macacos do Chinês). A força do dubstep, a portugalidade das palavras e o cunho da guitarra portuguesa são e farão sempre parte da identidade M.D.C. 
Depois de "Ruídos Reais", agora chegou a altura do segundo disco de originais - "Vida Louca".

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