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domingo, 26 de dezembro de 2010

General D e os Karapinhas - Black Magik Woman



Foi um dos organizadores do primeiro festival rap em Portugal, realizado na Incrível Almadense, em Almada. A primeira banda de General D incluía Maimuna Jalles e Lince.

Em 1992 colaborou com os Pop dell'Arte no tema "Mc Holly". No ano seguinte gravou o tema "Norte Sul" com Tiago Lopes.

Em 1994 lançou o EP "PortuKKKal É Um Erro". Em 1995 é lançado o álbum "Pé Na Tchôn, Karapinha Na Céu", gravado com Os Karapinhas. O primeiro singe foi "Black Magic Woman" com a participação de Sam.

Em 1997 é editado o CD "Kanimambo". O teledisco de "Estado de Sítio" é incluído na compilação "Ritual Video Clips'97". Colabora em discos de Cool Hipnoise, Fernando Cunha e Ithaka. Colabora também na compilação "Onda Sonora".

General D prepara o seu terceiro álbum tendo chegado a gravar com a dupla jamaicana "Sly & Robbie" mas o disco nunca chega a ser lançado.

Em 2000 aparece integrado numa acção de solidariedade para com o povo moçambicano e onde realizou o respectivo teledisco.

in pt.wikipedia.org

sábado, 25 de dezembro de 2010

Pedro Eça e os Franco Atiradores - Trabalha Português


Pedro Eça nasceu em Angola em 1973. Ainda em tenra idade mudou-se para o Chile e depois para o Brasil, desde a infância, Pedro já nutria a paixão. Enquanto esteve no Brasil, Pedro descobriu o talento para tocar guitarra, e desde cedo começou a fazer sua própria música. Pouco antes do seu 18o aniversário, mudou-se para Portugal, onde continuou a compor. Em 2001 muda-se para a França para estudar a língua francesa e com a sua paixão pela música que não tardou a entrar no cenário musical do local. Tocando "covers" em bares e pubs irlandeses começa a adquirir experiência de palco. Pedro rapidamente ganhou uma reputação sólida como artista a solo o que em troca lhe deu a oportunidade de participar em Dijon no "Fugues- Festival Internacional de Música, Teatro e Dança", onde realizou o seu primeiro concerto a solo tocando temas originais. 
Após o seu regresso a Portugal em 2003, Pedro decide formar a sua banda. Juntamente com, Hugo Florêncio e Israel Cestinho fundam então os Franco Atiradores, e o projecto continua a avançar. Com o tempo o conjunto cresceu e muitos músicos talentosos juntaram-se a eles. Pedro Eça e Franco Atiradores começam então a tocar ao vivo em eventos na área de Lisboa onde são bem recebidos pelo público e pela imprensa também. Produzido por Marco Jung no Marduc Studios, em Julho de 2009, o primeiro álbum de Pedro Eça e Franco Atiradores "Que uma guerra Seja a Tua paz!" Foi lançado pela editora MEQ-idéias. 

Quando questionado sobre suas músicas, Pedro Eça responde que o seu objectivo é passar mensagens importantes da actualidade, verdades da nossa sociedade, olhando o mundo de uma maneira crítica aborda temas e realidades desagradáveis, muitas vezes ignoradas por todos nós por termos medo do que podemos encontrar quando nos olhamos ao espelho, mas também, passar mensagens de esperança e paz. Embora o primeiro álbum tenha sido gravado em Português, Pedro também compõe em outras línguas. Cantando em Português, Francês, Inglês e Espanhol, com uma abordagem eclética Pedro Eça viaja através de funk, bossa-nova, ska, reggae, rock e pop. 

Até á data, os Franco Atiradores puderam contar com as colaborações de: Ruben Santos "El Pavoni" (baixo eléctrico), Eddy Gondim (bateria), Pedro Santos (bateria), Tom (percussões), Zequinha (sax alto e tenor), Filipe Valentim (sax alto e barítono), Miguel Gonçalves (trompete), António Morais (trompete), Ruben Santos (trombone), Rui Gonçalves (trombone), Luis Pinto (tuba), Cláudio Nunes (violoncelo), Tiago Flores (violino), Diana Freire e Abílio Caseiro (guitarra Portuguesa)Ricardo Moreno/Hugo Florêncio - guitarra eléctrica Israel Cestinho - teclados/acordeão/clarinete Carl Nevvit - baixo eléctrico Moacir - bateria Paulo Muiños - sax alto Ruben Supelos - trompete António Bravo - trombone de vara. 


A "Que a tua guerra seja a paz! Tour 2010" já está em movimento e a realizar concertos de norte a sul e conta com os seguintes talentos: Moacir (bateria), Carl Nevitt (baixo), Bernardo Adario (baixo eléctrico), Israel Cestinho (teclados), Hugo Florêncio (guitarra), Ricardo Moreno (guitarra), Paulo Muiños (sax), António Bravo (trombone) e Ruben Supelos (trompete).

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

João Só e Abandonados - A Todos Um Bom Natal

Boss AC - Carta ao Pai Natal


Herdando a paixão pela música de sua mãe, Ana Firmino, um dos grandes talentos do canto cabo-verdiano, Boss AC cedo revelou o seu invulgar talento. O primeiro registo discográfico remonta ao ano de 1994, com a sua participação em “Rapública”, compilação que reunia a nata dos então rappers nacionais e que revelou nomes como Black Company, Zona Dread ou Líderes da Nova Mensagem. De todos estes é, ainda hoje, dos poucos que continuam a assinar sucessos no rap nacional.

O álbum de estreia, “Mandachuva”, de 1998, gravado nos Estados Unidos, com a ajuda de Troy Hightower, um dos mais requisitados misturadores de Hip Hop dos EUA, revelou uma maturidade rara e prenunciou o redefinir de novos caminhos na música de AC.

Nos anos que se seguiram viveu experiências diversas – produziu, promoveu espectáculos e edições discográficas, compôs música para televisão (“Masterplan” e “Último Beijo”) e cinema (“Zona J” e “Lena”) e teve ainda tempo para participar em trabalhos de alguns dos maiores vultos da música nacional – como Xutos & Pontapés ou Santos e Pecadores, entre outros.

O seu segundo álbum de originais, de 2002, “Rimar Contra a Maré” – inteiramente gravado, produzido e misturado pelo próprio autor – foi um disco porventura mais autobiográfico e introspectivo, revelando uma faceta mais adulta do artista que se aventurou definitivamente na fusão com músicas luso-africanas de raiz mais tradicional. O sucesso firmava-se lenta e inexoravelmente.

O sucesso de “Rimar Contra a Maré” ultrapassou as fronteiras, reflectindo-se, por exemplo, na nomeação do vídeoclip de “Dinero”, para os African Video Awards, na categoria “Melhores Efeitos Especiais, no consagrado canal sul-africano “Channel0”, uma espécie de MTV africana.
Incansável na busca de novos desafios à sua capacidade criativa, Boss AC continua a embarcar em mais algumas surpreendentes aventuras, nomeadamente reforçando o seu papel de produtor. 
E de aventura em aventura, chega 2005, “Ritmo, Amor e Palavras” e a consolidação de um sucesso anunciado.

Se 2005 foi o ano em que Portugal se abriu para o Hip Hop, confirmando-o enquanto nova orientação cultural das gerações emergentes, foi também o ano de Boss AC. 
A materialização do sucesso começou com a edição de“Ritmo, Amor e Palavras”, o terceiro registo de originais, um disco que se assume como uma poderosa declaração de amor, feita de ritmos e palavras e que reúne uma impressionante galeria de colaboradores dos mais diversos quadrantes, onde se destacam figuras como Pos (Plugwon) dos americanos De La Soul, Da Weasel, Sam The Kid e Pedro Aires Magalhães, entre muitos outros.

A edição viria a saldar-se num estrondoso sucesso comercial. Em Agosto “R.A.P.” já era Disco de Ouro e em Outubro atingiu a notável marca de Disco de Platina, tendo vendido mais de 30.000 unidades até perto do final do ano. Dentro do género do Hip-Hop é, neste momento, um dos três discos mais vendidos de sempre em Portugal! O single de estreia, “Hip-Hop (Sou eu e és tu)”, ascendeu rapidamente aos primeiros lugares nos Tops, liderando as preferências em media como MTV Portugal, Cidade FM, e Antena 3, entre outros. Integrou, ainda, a banda sonora dos programas de TV com maior audiência nacional e entrou em múltiplas colectâneas editadas durante 2005.

Merecedor de uma crescente aceitação e exposição mediática, Boss AC passou à estrada, passando por alguns dos principais palcos e festivais nacionais, culminando no dia 1 de Outubro com a abertura perante um Pavilhão Atlântico esgotado para um dos maiores nomes do Hip-Hop internacional: 50 Cent. Este partia desmesuradamente em vantagem, mas a crítica foi unânime: Boss AC foi a estrela da noite!

Como corolário lógico de um ano de afirmação a todos os níveis, em Setembro de 2005 surgiu a nomeação para os prémios da MTV European Music Awards, na categoria de Best Portuguese Act. 
Mais do que um prémio simbólico, esta nomeação foi o natural reconhecimento por parte da comunidade musical portuguesa, por uma carreira ponderada, marcada pelo equilíbrio e, sobretudo, por um grande talento.

Prevendo um ano com muito trabalho, a Praça das Flores lançou mãos à obra e procurou estabelecer parcerias com algumas das maiores marcas de renome internacional, que procurassem associar-se ao nome Boss AC numa Tournée, que nos inícios de 2006 era já um dado adquirido. 
Neste sentido, o espectáculo apresentado durante o ano de 2005 foi revisto e melhorado em todos os sentidos. A banda de suporte foi reformulada, permitindo alcançar um outro patamar em termos musicais e as questões cénicas também foram pensadas de raiz, numa solução prevista quer para os grandes palcos, quer para espectáculos de dimensão mais modesta. O objectivo pretendido foi conseguir levar a nova entourage a todo o país.

Com as questões musicais e cénicas definidas e ultrapassadas, a Praça das Flores planeou, produziu e promoveu, com meios próprios, os espectáculos de Boss AC nos Coliseus do Porto e de Lisboa. Nunca um artista nacional da área do Hip-Hop se tinha aventurado a solo nos palcos dos Coliseus. Mais do que se tornarem um marco na carreira do artista, foi pretendido que estes espectáculos fossem únicos e irrepetíveis também para o público que teve o privilégio de os ver. A banda de suporte foi alargada com um trio de metais e dois percussionistas e os convidados musicais de áreas bem distintas (Gutto, Rui Veloso, Vitorino, Berg, Pac Man, Virgul, Sam The Kid e Ana Firmino), ajudaram a criar uma grandiosa festa. O desafio foi ultrapassado com distinção, com ambas as salas esgotadas de um público vibrante e envolvente.

Em Maio de 2006 realiza-se a gala de entrega dos prémios Globos D’Ouro da revista Caras, um dos principais galardões nacionais (cuja votação é feita pelo público) e que distinguem as personalidades do ano, ligadas às diferentes áreas (música, cinema, teatro, desporto, etc).
Boss AC esteve nomeado para dois prémios: melhor artista e melhor canção, com o tema “Princesa (Beija-me outra vez…)”, e se o primeiro acabou nas mãos de Mariza, no segundo foi o grande vencedor.
A MTV Portugal, pelo segundo ano consecutivo, nomeou Boss AC para Best Portuguese Act nos MTV European Music Awards, num prémio que acabaria por ser ganho pelos Moonspell.

Em 2007, a convite da Universal Music Portugal, participou no disco de um dos maiores Rappers Norte-Americanos: Akon. Na edição portuguesa do disco “Konvicted”, o tema “I Wanna Love You”, que na versão original contava com a participação de Snoop Dogg, contou com a participação de Boss AC, que para o efeito escreveu e interpretou um nova letra. Tal como nos Estados Unidos, “I Wanna Love You” foi um dos primeiros singles extraídos do disco e teve enorme aceitação por parte do público e muito air play.

Também nesse ano, a Sociedade Portuguesa de Autores distinguiu Boss AC com o galardão de “Autor Jovem do Ano”, numa cerimónia que decorreu no Teatro S. Luis, em Lisboa, e que serviu, também, para galardoar a carreira de Lídia Jorge.
No final de 2007 AC entrou em estúdio e começou a compor em linhas gerais, aquele que seria o seu quarto disco de originais. No início de 2008, numa campanha de promoção da Vodafone, já era possível ouvir o novo tema “Levanta-te” que viria a fazer parte desse mesmo disco. Em Outubro de 2008, deslocou-se, como das últimas vezes, aos Estados Unidos onde, na companhia de Troy Hightower, misturou e masterizou o disco “Preto no Branco” com edição aprazada para o primeiro trimestre de 2009.

No final de 2008 foi possível ouvir nas rádios o tema “Alguém me ouviu (Mantém-te firme)”. Incluído no disco “Preto no Branco” esta música, que contou com a participação de Mariza, foi o single do disco “UPA – Unidos Para Ajudar”. Um disco de duetos originais de artistas portugueses e que serviu para uma campanha de acção social.

domingo, 19 de dezembro de 2010

The Soaked Lamb - A Coffin for Two


Os Soaked Lamb revêem-se nos blues mais rurais e primitivos sem no entanto ser um processo muito planeado. Os Soaked Lamb surgiram um pouco ao contrário do que é normal. Gravámos o disco e só depois nos assumimos como banda. Todo o som que foi criado não foi muito pensado. Assim, a banda resulta numa reunião de gostos pessoais e da música que os seus elementos ouvem em casa.

Entrevista n' a-trompa.net:

Depois do surpreendente “Homemade Blues”, os The Soaked Lamb preparam-se para nos fazer chegar um novo álbum. O disco chama-se “Hats & Chairs” e tem edição prevista para 5 de Abril. Entretanto, a trompa aplicou-lhes a chapa do costume:

1. Numa frase apenas, como caracterizam o álbum “Hats & Chairs”? 
Um álbum sentado à mesa, com muita gente, tendo o Blues como anfitrião e muitos convidados, como o Swing, o Ragtime, o Jazz, e até uma Valsa que ficou para o café. O disco não tirou o chapéu, mas não é por indelicadeza. É uma questão de personalidade.

2. O som dos The Soaked Lamb é marcado por uma estética muito própria, no entanto, se quiséssemos ser um pouco mais específicos, que nomes vos surgem como principais influências?
São mesmo muitas as nossas influências. Talvez por isso seja um pouco difícil de definir o som que fazemos. Pelo menos, numa só palavra.
São nomes como: Rev Gary Davis, Blind Blake, Django Reinhardt, Screamin’ Jay Hawkins, Vinicio Capossela, Ruth Etting, Tom Waits, Billie Holiday, Bessie Smith, Howlin’ Wolf, Leadbelly, Sanseverino, Colette Magny, Nina Simone, Chavela Vargas, Libby Holman, Paolo Conte, Ethel Waters, Ogres de Barback, Vera Hall, Chico Buarque, The Mills Brothers, Klezmatics, Squirrel Nut Zippers. E muitos, muitos mais.

3. Em relação a “Homemade Blues”, o álbum anterior, sentem que “Hats & Chairs” é de alguma forma um disco de ‘viragem’ ou é um disco de ‘continuidade’? Porquê?
Talvez de viragem em continuidade. Existe uma grande diferença que faz toda a diferença.
O primeiro disco foi gravado em casa e antes mesmo de existir banda. Foi uma ideia do Miguel Lima (bateria) e do Afonso Cruz (voz, guitarra, ukulele, lap steel) que foi tomando forma, e à qual se foram juntando pessoas. Um dia foi preciso tocar o disco ao vivo e só aí surgiu o primeiro ensaio da banda.
Este segundo, é o produto duma banda, que já têm uma personalidade própria, um número fixo de elementos (apesar de contar esporadicamente com alguns convidados), muitos concertos, e que foi desenvolvendo o novo álbum desde os concertos de promoção do primeiro disco, até ao momento das gravações. E foi todo gravado em estúdio.
Ou seja, o primeiro disco deu origem à banda, e este segundo é um produto dessa mesma banda.
Claro que isto muda bastante o resultado final. Mas as influências e os gostos musicais são os mesmos. E a estética final não difere assim tanto. Penso que se manteve a personalidade, sendo que a roupa tem outras cores. Mais cores que o azul do primeiro CD.

4. O novo disco contou com uma série de convidados. Como ‘aparecem’ no disco e que influência tiveram no resultado final?
Aparecem aqui e ali, em algumas músicas do disco. São amigos que admiramos também como músicos, e que conseguimos enganar sem eles darem por isso. Enfiámos-lhes um chapéu. As músicas em que participam, ganharam uma dimensão que não tinham só com os 6 membros da banda. Os temas não seriam muito diferentes sem eles, é certo. Mas seriam com certeza mais pobres. Eles foram, nessas músicas, aquela base de copo de cerveja que se dobra em quatro e que se coloca debaixo da perna duma mesa que abana um bocadinho. Não muda a mesa mas ajeita-a.

5. Que sensações esperam que as pessoas retirem da audição de “Hats & Chairs”?
Seríamos incapazes de dizer que esperamos que gostem muito, que comprem para oferecer aos amigos e familiares e que recomendem a torto e direito a toda a gente. Totalmente incapazes.

6. Se tivessem que escolher a faixa que melhor encarna o espírito do novo disco, qual escolheriam? Porquê, mais sucintamente?
É muito difícil de escolher uma faixa que seja representativa da totalidade do disco. O álbum, apesar de ser esteticamente coerente, é formalmente bastante variado. Mas se nos torcerem um braço para responder à pergunta, penso que a escolha recairia na faixa de abertura “Blue Voodoo” – tem a madeira, os pregos, a cola, e ainda a fazenda com que construímos o disco. E ainda conta com o Nuno Reis a abrilhantar o tema – a cereja no topo do chapéu.

7. Como vai ser o futuro próximo dos The Soaked Lamb? 
Concertos e mais concertos, fazer quilómetros, carregar material, fazer som, carregar material, fazer mais quilómetros, dar entrevistas, fazer show-cases de norte a sul do país, e ainda dar alguns autógrafos a algumas crianças que ainda não fazem ideia do que estão a ouvir e que deviam era estar a ver um qualquer programa idiota na televisão. O resto, só perguntando à Maya.

Nigga Poison & Romi - Fazes Parte Deste Mundo


Nigga Poison surge como nome designado em 1994 formado por Karlon e Praga, dois jovens originários do Bairro Pedreira dos Húngaros arredores de Lisboa, Miraflores, descendentes de Cabo verdianos. Influenciados pelos videos e música Rap ao qual se retratavam nas líricas e nas imagens demonstrada nos anos 80/90 por artistas tais como Public Enemy, MC Hammer, Vanilla Ice, Snap, Snoop Dogg, Dr Dre, Tecnotronic. Com o decorrer dos anos este jovens escreviam as suas letras e compunham as suas musicas que apresentavam em concertos para a sua comunidade, tais como nas festas de Nossa Senhora de Paz, evento que ainda decorre nos dias de hoje no seu actual Bairro. 

1997- participaram na Mixtape de Dj Kronik, editada em cassete, 
1998- participam no documentário "Outros Bairros" realizado por Kiluange Liberdade,Vasco Pimentel e Inês Gonçalves. No mesmo ano gravam também 3 video clips para Expo 98(Praça Sony), realizados por Teresa Vila Verde. 
2001- surgem com a edição do primeiro EP "Podia Ser Mi" pela Editora independente de Karlon(Kreduson Produson) com 5 temas. Apoio da Filmebase e Chapitô. 2001-álbum de Xeg "RITMO&POESIA" com o tema "Respeita". 
2004- DJ Kronik na compilação "INOXIDAVEL II" tema "Life di Poison" 
2004- "Poesia Urbana" tema "Ke Ki Rapazis kre" a cargo de Valete e Adamastor. 
2004- DJ Nel..Assassin "Time Code" com o tema "Mas quenha qui sata papia". 
2005- participam no Álbum de Sagas "Rosto Limpo" com tema "Nhos atcha". 
2005- Recebe Diploma do Encontro de Culturas da (Cova da Moura) 
2006- 1ºAlbum “Resistentes” , que entrou para os tops nacionais(Nº1 Antena 3) com o Single “Tu Fazes Parte” com participação da Romi, (Terra Kota) 
2007-Oh Ditadura II do Album Resistentes colabora como fundo sonoro na série "Uma Aventura"(SIC). 
2007- Iniciativa SIC e a revista Caras o álbum "Resistentes" é nomeado para os Globos de Ouro como Banda Revelação. 
2008- recebe o Diploma de banda musical com exitos assinalaveis pela Junta de Freguesia de Porto Salvo(Oeiras), sua área de residente. 
2009- Participão com as musicas "yes man & onde e que estas"do album Resistentes na banda sonora do filme "A ESPERANÇA ESTA ONDE MENOS SE ESPERA"de Joaquim Leitão. 
2010 -Hip Hop VOL 1 Por Dj Bomberjack(Só Hip Hop & Fnac) Espéctaculos:. Paris, Luxemburgo, Nice, Espanha,Bruxelas e Andorra e Norte&Sul (Açores)de Portugal. 

NIGGA- é dado o nome pelo companheirismo, entre os jovens dessa geração para qualquer etenia ou cultura. POISON- surge pelo veneno assim traduzido, que tem como alvo retratar tudo o que está SOCIALMENTE incorrecto e que seja tabu para a sociedade.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Diabo na Cruz - Tão Lindo

Guta Naki - Novo Mundo



Em 2008 juntaram-se Nuno, Cátia e Dinis.
Na ideia nada de dizível.
O que fazem é canções, e canção não é nada, o que interessa é o fazer.
O que há é uma memória tresmalhada entre o que se ouve e olha, entre o que se lê e escreve.
Em 2009 afinam-se os primeiros concertos, e o primeiro contacto com o público deslinda que esta música não pode estar enfiada no quarto. Irrequieta, precisa da rua.
Isto é só tirar a ferros o que não se tem de dizer, mas ouvir. Isto (não) é Guta Naki.

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