Videos mais vistos

sábado, 18 de junho de 2011

The Kanguru Project - Uncle Sam Doesn't Want You


The Kanguru Project nasceram por volta de Abril de 2007, pela mão de Pedro “Peyloop”. A banda originária de Ponte de Lima começou numa altura em que Peyloop tinha gravado umas ideias de guitarra e mais tarde decide comprar uma bateria de forma a conseguir materializar o som que imaginava. Entretanto já tinha falado com Pedro Costa, o qual aceitou logo juntar-se a Peyloop, e numa viagem a Barcelona falou com o Manuel Mateus, a contar da novidade da bateria. Manuel já baterista há alguns anos e como já tocava com Pedro há tantos outros aceitou de imediato ser o baterista dos “The Kanguru Project”. A partir dai a banda deu alguns concertos e a sua formação foi alterada por diversos motivos, contando actualmente com Nelson na bateria (que desde o inicio do projecto era já o principal responsável pela produção das musicas) e com Nuno “naos” na guitarra. De momento os “The Kanguru Project” encontram-se a promover o seu primeiro album (Knock Out) e simultâneamente a gravar o seu segundo albúm, ainda sem nome, nos UltraSoundStudios em Braga. Este está a ser produzido por Pedro Mendes (Heavenwood) e Daniel Cardoso (Head Control System/Heavenwood), conta ainda com duas participações de Ronaldo Fonseca (Peixe:Avião) e Daniel Cardoso (Head Control System/Heavenwood).

in www.lastfm.pt

sexta-feira, 17 de junho de 2011

tAMbOR - Cada Dia Que Passa


"Tambor" nomeados na categoria de melhor grupo de 2010 com o disco "Quatro" para os "XVI Globos de Ouro".

Desde o início de 2010 que a Rádio e TV mostram os temas de "Quatro" o quarto disco de originais de "Tambor" e que os concertos acústicos e electro/acústicos se multiplicam.

"Cada dia que passa" , faz parte da banda sonora de "Lua Vermelha" e "Devagar em dias sim" da banda sonora de "Laços de Sangue".

Após 12 anos de trabalho fica aqui o reconhecimento dos pares e do público.

in www.artistas-espectaculos.com

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Trêsporcento - Elefantes Azuis


Horários de trabalho, casas para pagar, declarações de IRS a preencher: em 2006 os sinais da idade adulta já não podiam ser ignorados. Mas podiam ser fintados, e na clandestinidade de um prédio semi-devoluto do centro de Lisboa começaram uns ensaios. Os armários da adolescência foram abertos; o pó foi limpo; as guitarras desenferrujadas. O vizinho do terceiro andar foi o primeiro a não levantar objecções. As famílias foram tolerando e os amigos apareciam aos primeiros concertos. Surpreendentemente, voltavam. Havia coisas para dizer, e elas foram sendo ditas. Histórias de uma certa clandestinidade emocional que de repente era exposta à luz do dia. Entretanto, o prédio do centro de Lisboa deu lugar a uma sala na fronteira entre Moscavide e Sacavém. Houve uma ida aos Olivais para gravar duas canções; houve um fim-de-semana no Porto para gravar mais duas. Uma dessas canções passou na rádio. Ninguém tentou proibir. Se a música pop serve para seduzir raparigas, o processo corria bem: foram festejados dois casamentos. Em 2009 surge a primeira colecção de canções, intitulada homonimamente TRÊSPORCENTO, que é um agradecimento (e uma justificação) a todos aqueles a quem os ensaios roubaram tempo; e também uma homenagem à vontade juvenil de ser um músico de palco. Cada dia que passa fica mais difícil fintar a idade adulta, que vai impondo uma grelha de prioridades onde o pedal de distorção vai perdendo espaço. Mas os TRÊSPORCENTO ainda estão muito longe de desistir.
Locations of visitors to this page