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domingo, 17 de julho de 2011

Riding Panico - E Se A Bela For O Monstro


Os Riding Pânico são uma banda portuguesa de Lisboa que se move por composições Post-Rock normalmente características de bandas radicalizadas em outros pontos do globo.
Formados por membros dos “If Lucy Fell” e “Meneater” bandas conhecidas no circuito nacional por uma sonoridade mais pesada, os Riding Pânico movem-se por outros caminhos. Os Riding Pânico encontram-se mais à vontade em sons melancólicos com orquestrações rock muito intensas, construídas sobre várias camadas eléctricas que flúem nos loops de guitarras. 
Os Riding Pânico embora menos soft que algumas das bandas do género são sem dúvida mais hardcore que a maioria. 
E assim os Riding Pânico vão criando uma história pelos palcos de Portugal onde já escreveram várias actuações memoráveis no mapa deste país. Na história desta banda já figuram dois eps e um álbum de originais que os tornaram mais conhecidos no meio underground português. A este septeto apenas esperamos que se torne na confirmação que vem vindo a prometer desde do seu início. 

in http://mynameisindie.blogspot.com

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Blind Charge - Mr. Ocean


A melhor maneira de descrever os Blind Charge é dizer que são uma intensa dose de energia explosiva e pura adrenalina extenuante, adicione-se algumas melodias realmente belas e temos uma banda que deve ser tida em conta. As suas performances ao vivo são preenchidas com intensas e agressivas músicas de rock / alternativo! Este quarteto foi formado no Porto, Portugal, em 2002 e é composto por Pedro Ferraz (voz), Telmo Martins (guitarra), Márcio Pereira (baixo) e Daniel Ferreira (bateria). Os quatro elementos trazem para a banda uma vasta gama de variados gostos musicais. Estas influências têm ajudado a colocar esta banda como um caso sério a ser seguido, não passando despercebidos a uma editora norte-americana, com a qual assinaram um contrato de distribuição digital para vários países.

A música dos Blind Charge pode ser encontrada e obtida através da web a partir de Poison Tree Records em Los Angeles, na Califórnia ou nalgumas lojas portuguesas. 

Se quiseres que os teus ouvidos sejam assaltados por um espantoso rock, vem a bordo e deixa os Blind Charge arrebatarem os teus sentidos.

in www.lastfm.pt

domingo, 10 de julho de 2011

Dear Telephone - Providence


Os Dear Telephone formam-se em 2010 e reúnem Graciela Coelho, André Simão e Paulo Araújo (companheiros na longa viagem desde os The Astonishing Urbana Fall até aos La la la Ressonance) e Pedro Oliveira (ocasional cúmplice dessa viagem e baterista de Peixe: Avião, Old Jerusalem, Green Machine ou Kafka).

Inspiram-se no nome da curta-metragem de Peter Greenaway “Dear Phone” – 1976, para deixar expressa a vontade de decantar soap operas e melodramas de bolso, em pop duro, frugal e minimalista.

Dear Telephone é metáfora de incomunicação; o vazio-cheio no lugar do belo-feio de Wilde & companhia. Dear Telephone está em linha com o quotidiano, em olhar simultaneamente cínico e deslumbrado sobre a cultura popular: das entrelinhas da foto-novela com desfecho previsível ao romance rebuscado e azedo entre ratos de biblioteca: ele olha-a, sobranceiro, sobre as páginas de Trópico de Capricórnio, ela posa, na contraluz da janela do fundo do corredor de literatura de viagens – que nunca fez.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O Monstro - Capitão Bala


O Monstro canta o seu diário, desmonta as ideias para as levantar no formato canção. António Conceição, O Monstro, levanta o véu do que de mais pessoal existe num canta-autor, as suas músicas.

Diário Canção é o nome do álbum de estreia e contou com a disponibilidade da casa de alguém próximo, alguns microfones e uma mão cheia de canções. O resultado foi uma porta aberta para um universo denso e pessoal.

Ao longo de nove temas O Monstro assombra-nos os mais íntimos recantos da alma, fazendo com que apenas aquele refúgio faça sentido. Capitão Bala é o single de estreia.

in anapaulamb.blogs.sapo.pt

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Amor Electro - A Máquina


Os Amor Electro são uma banda portuguesa composta por Marisa Liz, Tiago Pais Dias, Ricardo Vasconcelos e Rui Rechena. Todos os elementos do grupo já passaram por diversos projectos de referência do panorama musical português. Marisa Liz foi a voz dos Donna Maria, Rui Rechena o homem do baixo dos Homens da Luta e de Rita Guerra, Ricardo Vasconcelos esteve na guitarra dos Balla e Tiago Pais Dias foi multi-instrumentista e produtor dos Amália Hoje, The Gift e Ghost in the Machine.

Os Amor Electro fundem a música pop (com elementos de electrónica) com a música tradicional portuguesa, recorrendo a instrumentos típicos como o acordeão e a guitarra portuguesa. Há ainda uma viagem pelo imaginário da música portuguesa da década de 80, através das versões de músicas dos Sétima Legião e GNR, aqui com uma nova e mais apelativa roupagem para as novas gerações.

"Cai o Carmo e a Trindade" é o disco de estreia dos Amor Electro, lançado a 14 de Março de 2011, e que os coloca entre os grupos de referência de uma nova onda de artistas e bandas que insistem em recuperar música repleta de actualidade e frescura, sem nunca abandonarem a tradição e a alma portuguesa. O single de apresentação, 'A Máquina' é muito bem recebido pela crítica e pelo público e ajudou a aumentar as vendas de "Cai o Carmo e a Trindade" que chega a atingir a liderança do Top Nacional de Álbuns. As influências mais inusitadas do disco vão desde Massive Attack a Zero7, passando pelos Muse e pelos Ornatos Violeta.

Algumas das músicas do álbum fazem parte da história da pop e do rock português como 'Sete Mares' (Sétima Legião), 'Bem-vindo ao Passado' (GNR), 'Capitão Romance' (Ornatos Violeta) e 'Foram Cardos, Foram Prosas' (Miguel Esteves Cardoso e Ricardo Camacho). Também há outras do panorama musical do fado, como 'Estrela da Tarde' (José Carlos Ary dos Santos e Fernando Tordo) ou 'Barco Negro', uma canção do músico brasileiro Caco Velho, com a adaptação de uma letra de David Mourão Ferreira.

Os Amor Electro escolheram uma série de canções que fazem parte do panorama musical português, mas também temas originais, onde se reflectem as suas influências. A banda convidou alguns instrumentistas representativos da nossa cultura para este disco de estreia e partiu para uma identidade própria que tem como base a música pop nacional.

Daniela Azevedo
in radiocomercial.clix.pt
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